• Por: Renato Tarantelli Em: Pessoal 02.11.2008 2 Comentários

    Putz! Que coisa ao ver uma notícia no G1. “Boneco gigante de Lego aparece de surpresa em praia britânica.” pude lembrar de toda minha infância em que brincava muito com Lego e das peripécias que fazia.

    Sabe o que é mais incrível nisso, é que descobri o quanto era legal brincar de Lego quando não tinha mais idade pra isso. Anh! Como assim!? Verdade que não existe idade pra ser criança mas muitas vezes ser criança não é apenas ter idade mas sim não ter responsabilidades, e que isso na teoria é o que nos faz deixar para traz o carrinho e a bola, para passarmos a brincar de ser gente grande.

    Mas chega uma certa idade em que o que mais queremos é ter nossos brinquedos de volta, pois não aguentamos mais a responsabilidade de ser gente grande ou queremos de algum jeito mascarar isso. “Quero voltar à ser criança denovo.” [desabafo].
    Aí vem os brinquedos de gente grande, carros, gedgets, DVD’s e muitas outras coisas que nada mais é do que uma maneira de lembrarmos como rodar peão nos fazia esquecer de tudo, somente pensávamos o quão bom era aquele momento e  o  quanto nos fazia bem.

    Definição de Lego pelo Wikipédia:

    O sistema LEGO é um brinquedo cujo conceito se baseia em partes que se encaixam permitindo inúmeras combinações.

    Criado pelo dinamarquês Ole Kirk Christiansen, é fabricado em escala industrial em plástico injetado desde meados da década de 1950, popularizando-se em todo o mundo desde então.

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  • Por: superatrativo Em: Notícias 02.11.2008 Comente

    Ao ver algumas imagens do novo sistema operacional da Microsoft, não tive como não lembrar do KDE.
    Mera coincidência ou plagio mesmo? Vamos perguntar ao Sr. Ballmer.

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  • Por: Rafael Casale Em: Uncategorized 07.10.2008 Comente

    Segundo o wikipedia [1] ou o post “Ecoturismo ou Greenwashing” [2], o termo greenwashing é usado quando alguém (instituição, publica ou privada) faz uso de ações pró meio-ambiente para se beneficiar da imagem positiva que isso possa trazer em relação a clientes e consumidores, porém a real situação é totalmente contrária a tal ideologia (e.g. Chevrolet).

    O greenwashing é claramente percebido nas últimas propagandas eleitorais. [Quase] Todos preocupados com a questão ambiental, com a poluição do ar, etc, mas quais desses discursos são realmente verdadeiros? Qual atitude de mudança que é possível perceber? Os fatos da própria campanha política, por sí só, já responde à essas questões.

    A foto acima foi tirada por mim em outubro de 2006, em frente a uma escola no bairro Jardim São Paulo em Sorocaba/SP, indignado com toda a sujeira eleitoral existente (trocadilho intencional).

    Dois anos e muito greenwashing depois, percebi a mesma situação nas ruas: papéis e “santinhos” a dar com pau, assim como denunciado pelo jornal “O Cruzeiro do Sul” jornal local do dia 06/10/2008, um dia após o primeiro turno das eleições municipais:

    O que realmente mudou? Em qual mentira devo acreditar?

    Au revoir.

    [1] http://en.wikipedia.org/wiki/Greenwash

    [2] http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=32741

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  • Por: Renato Tarantelli Em: Humor 05.10.2008 2 Comentários

    Windows Vista e suas falhas é algo comum de acontecer, mas nunca tinha prestado atenção nos detalhes!

     

    Notem que o nome do e vento que ocasionou o problema foi a “Tela Azul” ou “Blue Screen”, hilário!

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  • Por: Renato Tarantelli Em: Monitor Acadêmico 07.09.2008 Comente

    Tenho muito para comemorar ultimamente, me tornei monitor do curso de ciência da computação, da universidade em que estudo, muitos viriam isso de outra forma, isso pra mim tem sido de muito orgulho, afinal agora é fácil de entender muitas das dificuldades que tive e que ainda tenho. Isso de certa forma agrega valores pra mim nunca antes imaginado, valores que imagino serem essenciais, por exemplo, saber ouvir e lidar com pessoas. Pro aluno (não eu) tira um pouco daquela barreira gerada entre aluno e professor, barreira que em muitas vezes atrapalha, não que todos os professores tenham o mesmo comportamento, mas que em muitas vezes apertão o botão do foda-se e tratam o aluno da maneira mais omissa possível, em desencontro a isso lembro me de uma das maiores atuações que já vi no cinema por Sidney Poitier em Ao Mestre com Carinho. Mas, não é comum hoje em dia termos professores que se preocupam com os alunos como gostaríamos, tudo bem que uma grande parcela disso é originada de nosso comportamento, comportamento que muitos deles abominam, mas também não é muito difícil de se entender, afinal muitos deles tem que conviver com outro emprego além da vida acadêmica. É complicado, pois vivemos em um Pais que o ensino não tem muito reconhecimento ao remunerar mal os professores.

    Mas voltando a minha nova empreitada estou curtindo muito e acredito que os alunos também, pois o número de alunos tem crescido com as aulas, imagino eu que a comunicação entre eles tem ajudado nesse crescimento, e também no meu empenho em passar um pouco do conhecimento que tenho, a fim de tratar de suas dificuldades na disciplina que passo, no caso uma das mais chatas do curso, Estrutura de Dados, não que eu domine a disciplina muito pelo contrário tenho muitas dificuldades ainda, mas isso tem feito com que eu melhore meu conhecimento, pois agora sou cobrado de uma maneira diferente, tenho que buscar muito mais conhecimento do que quando fazia a disciplina e me preocupava em somente passar por ela.

    Tem dado tão certo que aproveitamos o que o Moodle tem de melhor para ajudar em nossa (nossa digo, pois além de mim tem também dois super amigos Valter e Alexandre no mesmo caminho) empreitada. Para quem não conhece o Moodle vale dar uma olhada no link do Wikipédia e no link do site principal da plataforma.

    O site que fizemos com auxilio do Moodle ficou tão bom que todos recomendo todos que querem fazer o mesmo.

    Aos que passaram por isso e tem alguma dica, conteúdo ou opinião pra deixar agradeço muito.

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  • Por: Rafael Casale Em: Pessoal 23.08.2008 4 Comentários

    Para muitos (principalmente os paulistanos), o conteúdo desse relato deve ser corriqueiro, porém foi a primeira vez que me aconteceu. Nenhum um acidente, apenas uma atitude a se pensar.

    Depois de quase três semanas sem pedalar (apenas fim de semana para resolver um coisa ou outra ali) voltei a ativa nos pedais noturnos. Meus pedais são meramente de cunho esportivo, além de ser “anti-estresse”.

    Era perto das nove da noite e eu tinha instalado, a menos de uma hora, um farolzinho tipo “break light” e estava todo contente em voltar a pedalar e ainda pensando “estou mais seguro”. Em uma avenida relativamente larga (três faixas) de Sorocaba, transitava pela faixa extrema da direita e depois de alguns metros peguei à direita onde havia um contorno para retornar a essa mesma pista no sentido oposto. Fiz o contorno e parei no semáforo (vermelho).

    Esse contorno permite o motorista manter a esquerda e cruzar a tal avenida para pegá-la no sentido oposto e permite também o motorista manter a direita para pegar (ou voltar) a via no sentido estava (conforme ilustração abaixo), porém é faixa para apenas um carro e o “V” da bifurcação são apenas indicações pintadas no chão.

    _

    Como minha intenção pegar o “outro lado” da pista, fiquei bem a direita na faixa da esquerda e logo parou um carro atrás de mim. Poucos segundos antes do semáforo abrir parou na minha direita (em cima da faixa pintada no chão) um cidadão de carro e ficou esperando. Logo que o semáforo abriu eu sai na frente e comecei a pedalar e logo ele acelerou o carro atrás de mim ‘enfiou’ o carro na minha direita quase subindo em no canteiro central e começou a olhar para a direita (dele, claro) tentando ver se algum outro carro vinha no sentido da pista qual iríamos nos adentrar (detalhe que se o semáforo abriu para nós, logicamente não viria nenhum carro naquele sentido, pois estavam todos parados no outro semáforo). Nesse momento, por pensar que ele não tinha me visto, dei alguns gritos e acenei com a mão sinalizando que eu “já” estava ali (e que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço).

    Ele reduziu a velocidade e eu fui embora. Claro que alguns instantes depois ele se projetou para me passar, foi quando percebi que ele desacelerou o carro para ficar paralelo a minha bike. Eu olhei pro lado esquerdo achando que ele ia pedir desculpas ou dizer que não havia me visto (como já aconteceu diversas vezes comigo) e o cidadão com o vidro aberto do seu veículo poluidor proferiu a frase em tom agressivo e intimidador:

    - Meu filho (ou amigo?), Sorocaba tem ciclovias!

    A primeira coisa que pensei em responder foi:
    - Mas onde você está vendo ciclovia aqui para eu circular?? - mas instintivamente respondi que era meu direito circular em via pública e que isso estava na lei. O infeliz ficou sem resposta e ficou indagando:

    - Ah, está?
    - Ah, está é?

    Então ele abaixou a mão direita e reduziu uma marcha. Achei que ele ia jogar o carro em cima de mim, então parei de pedalar e me preparei para freiar (ou até me jogar na calçada), mas ele apenas acelerou furioso e foi embora.

    Fiquei assustado, chateado e pensativo. Mal terminei meu percurso e decidi voltar pra casa, na ciclovia, quando tivesse, na rua como é de meu direito. Nesse caminho de volta refleti o tempo todo sobre o ocorrido e as dicussões que sempre rolam na lista da bicicletada (bicicletada-sp@lists.riseup.net) sobre o quão excludende é a idéia que pode passar a existência de uma ciclovia. Ou não só a idéia, o quão excludente realmente é uma ciclovia.

    Talvez eu pare de pedalar… nas ciclovias.

    Au revoir

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