Visual e adrenalina extraordinários, com muitas pirambeiras que quase se tornaram-se video cassetadas, vale a pena assistir.
Distancia Percorrida: 20 Km
Participantes: Boo, Casale, Gabarron, Mauricio (Irmao Gabarron) e Rogerio
Alexandre Gabarron | 12.junho.2009 | Ciclismo
Visual e adrenalina extraordinários, com muitas pirambeiras que quase se tornaram-se video cassetadas, vale a pena assistir.
Distancia Percorrida: 20 Km
Participantes: Boo, Casale, Gabarron, Mauricio (Irmao Gabarron) e Rogerio
Rafael Casale Abe | 16.maio.2009 | Humor, Meio ambiente
O blog do nerdson é um blog que apresenta quadrinhos (basicamente tirinhas) com tom humorístico do dia-a-dia de um geek. Com muita criatividade e qualidade, são abordados assuntos polêmicos e/ou que são constante na vida de um nerd como situações no trabalho com um chefe “mala”, tecnologia, software/cultura livre e mais situações engraçadas com bugs e afins.
Não sou um assíduo visitante do blog, mas toda vez que lembro tento correr lá para ver o que está pegando de legal. A última que vi, era uma promoção que o autor das tirinhas resolveu fazer: disponibilizou uma tirinha de três quadrinhos com as falas dos personagens em branco e pediu aos internautas que dessem sugestões, quais o primeiro e segundo lugares receberiam uma premiação (camiseta e bottons).
Na mesma proporção da minha assiduidade, cheguei tarde para participar da disputa, ou seja, muitas pessoas já haviam dado suas sugestões, os dois melhores já haviam sido escolhidos e inclusive já estavam publicados no blog.
É claro que quando se lê um desafio desses, mesmo já tendo sido encerrado, você fica tentado a pelo menos dar uma arriscadinha, pensar um pouquinho e tentar criar algo diferente dos demais. E foi o que eu fiz. Como um “eco chato” declarado e uma placa indicando um ponto de ônibus no último quadrinho da tirinha, não foi dificil criar algo diferente de tecnologia e programação:

Sem muitas expectativas, particularmente achei o resultado legal e acho que esse tipo de iniciativa muito boa. Parabéns ao blog do nerdson e se você também não participou, não se acanhe, apague as falas dos balões e crie a sua.
Menos carro, mais bicicleta!
Rafael Casale Abe | 4.maio.2009 | Esporte, Pessoal
Último sábado, dia 02/05/2009, como parte dos eventos em comemoração ao dia do trabalho e a ao dia mundial da água, aconteceu em Sorocaba/SP a prova noturna do Circuito Sesc de Corrida. A prova tem como objetivo a participação, o estímulo à pratica de exercícios físicos e a democratização da corrida e da caminhada.

Com essa ideologia de democratização, o SESC provomoveu o evento sem qualquer ônus a sociedade, ou seja, o evento era totalmente gratuíto e contava com estrutura, médicos, show e um kit que vinha camiseta de poliamida, chip, número de inscrição e uma revista O2 de Janeiro de 2009. Aproveitei pra tentar incentivar amigos e parentes na prática esportiva e, com sucesso, consegui levar meu irmão (10km), meu amigo e colega de trabalho Marcello (10km), minha irmã Flávia (5km), minha namorada Juliana (caminhada 3km) e até minha mãe (caminhada 3km).

O circuto foi o mesmo da prova Corrida Ecológica do Rio Sorocaba, ou seja, cerca de 5,2km em torno do Rio Sorocaba. Para quem fez a prova de 10km, teve de dar duas voltas no mesmo circuito. O grande diferencial e atrativo foi por ter sido uma prova noturna, com uma atmosfera muito contagiante, regida por locutores bem humorados e agitados e música ambiente. A estrutura da prova estava realmente de parabéns, pois distribuiu os kits antes da prova (e não “na hora”), utilizou de aparalhagem de som para instruir e animar o público e no final ainda rolou um show com a banda Nação Zumbi.
Particularmente os 10km foram tranquilos. Estranhamente me senti cansado na primeira volta e fiquei com a boca muito seca (preciso melhorar a respiração), mas a coisa melhorou na segunda volta, onde minha estratégia determinava a utilização dos pontos de hidratação somente depois do quilômetro 5. Corri numa freqüência de aproximadamente 5km/minuto até a metade do quilômetro 8, onde percebi que tinha condições e decidi aumentar o rítimo.
Um sprint final, usando mais a mente do que o corpo, me fez terminar a prova (tempo útil) em 48 minutos cravados. A organização da prova foi tão sensacional que me enviou esse resultado por SMS no meu celular, poucas horas depois do término! Meu objetivo pessoal era fazer um tempo abaixo dos 4,8 Km/minuto e infelizmente, de acordo com esse resultado, isso não foi possível. Certamente se eu considerar um percurso de 10,4 km, como foi a prova Corrida Ecológica do Rio Sorocaba, terei um rítimo de 4,6~, algo realmente espetacular para mim. O problema é saber qual a real distância exata. No final do evento, os participantes ainda tiveram direito a uma medalha de participação, água a vontade, um isotônico Maraton e frutas (banana e maçã) também a vontade.
De qualquer forma, fica o rítimo de 4,8 km/minuto, com a sensação de que deveria ter feito um trabalho melhor, deixando as próximas o objetivo de atingir tal número. Em resumo, os resultados foram:
- Flávia – 30min11seg65
- Marcelo – 57min41seg85
- Rafael – 48min00seg15
- Rodrigo – 48min09seg05
Os resultados podem ser obtidos através do link:
http://www.iguanaesportes.com.br/novo/resultados.asp
Depois da corrida, fomos até minha casa onde comemos pizza, tomamos vinho e sorvete de sobremesa.
Para finalizar, gostaria de parabenizar os organizadores do evento: SESC Sorocaba, Prefeitura Municipal de Sorocaba e todas outras entidades que participaram com seu apoio. Gostaria de agradecer e parabenizar meus amigos e família que participaram do evento.
Até a próxima.
Rafael Casale Abe | 1.maio.2009 | Ciclismo, Pessoal
Nunca fui, pelo menos nunca me senti, muito apegado as coisas materiais. Mesmo com a forte influência da necessidade do ter, do ser e finalmente do “você vale o que tem”, raras as vezes me senti realmente tentado a possuir algo material, tanto é que eu não tenho carro, casa, notebook ou um ipod.
Isso não significa também que eu faça minhas próprias roupas ou durma num barraco de madeira construído por mim mesmo (nada contra quem faz isso, pelo contrário, acho louvável). Dentre os bens que possuo estão duas bicicletas e quando de mim foram subtraídas (furtadas) na última quarta-feira (29/04/2009), tive uma sensação de perda, impotencia, decepção e tristeza que não lembro de ter sentido em toda minha vida.
Essas sensações estranhas e desagradáveis me fizeram refletir sobre o quanto eu achava que era “desapegado” de bens materiais. Nesse momento de reflexão, cheguei a óbvia (não era óbvil para mim no momento) conclusão de que não se tratava somente de perda material, mas a lembrança dos ótimos momentos associado aos bens materiais perdidos.
A primeira bicicleta era uma montain bike de 18 marchas, nada muito sofisticado, sem marca. Mas ela foi responsável por me levar pra todo canto em Sorocaba, me dar condicionamento físico, me divertir e me fazer descobrir os prazes da real liberdade (diferente da qual é vendida associada a carros) e da ciclolocomoção.

A segunda bike, também uma montain bike, é uma KHS alite 300, um veículo muito melhor em termos de material e tecnologia, e tão essencial quanto a primeira, ou seja, eu não a considerava “melhor” que a primeira. Essa bike me fez desejar e iniciar a prática do cicloturimo. Com ela viajei para cidades próximas a minha e pude ir para Itu, Salto e Cabreúva. Com ela, pude sonhar e iniciar o planejamento de uma cicloviagem até Barretos, uma distância de aproximadamente 420 km.

Infelizmente não as batizei. Não que isso fosse mudar alguma coisa, mas não as trataria como a primeira e a segunda bicicleta, ou como a bicicleta mais velha ou a mais nova. Novamente isso não ia mudar nada, mas sinto que isso diminuiria a sensação de materialização do bem.
Como não poderia deixar de ser, ainda tenho esperança de encontrá-las, ou de que a polícia as encontre. Indepedentemente do destino delas, não desistirei do que planejei para esse ano e para o próximo. Continuarei com o planejamento e treinamenteo para a cicloviagem, pois, parafraseando Fernando Pessoa, pedalar é preciso, viver não é preciso.
Às minhas duas bicicletas, muito obrigado pelos momentos vividos!
Rafael Casale Abe | 13.abril.2009 | Ciclismo, Esporte, Meio ambiente, Pessoal
Como da última vez o relógio despertou cedinho, me troquei, preparei um lanche e fui pra rua rumo a rodoviária de Sorocaba. Havia trocado os pneus da minha bike na noite anterior e antes de completar um 1km eu já estava parado tentando arrumar um problema justamente no pneu. Algo ficou mal feito e para não perder o ônibus tive de pedalar sem os freios traseiros.
Já na rodoviaria, comprei minha passagem e tentei arrumar o problema mas sem sucesso. Quando o ônibus chegou, amarrei a bicicleta no bagageiro, me adentrei no veículo e decidi tomar meu desjejum (sim, tomei-o no ônibus mesmo). Chegando no meu primeiro destino (Itu/SP), decidi tentar arrumar de vez o problema do pneu enquanto esperava o resto do povo. Não só deu tempo, como ainda tive que esperar por uns 45 minutos.
Primeiro chegou o boo, que veio pedalando de Salto/SP e depois, de carro, vieram o Rogério e o Gaba. Utilizando lotação máxima do veículo, colocamos as bikes no carro e fomos para Cabreúva/SP, porém antes paramos para tomar um café-da-manhã (meu segundo, diga-se de passagem) num padoca no meio do caminho.
Chegamos na casa do Maurício, irmão do Gaba, descarregamos as bicicletas e começamos a nos aprontar para sair pro pedal. Depois de tudo pronto, pé na estrada! Saimos pelas ruas de Cabreúva guiados pelo Maurício e logo já estávamos em ruas de terra. Foram alguns quilômetros de cross-country e muita pirambeira, pois estávamos pedalando no pé da Serra do Japi.

Pirambeira

Pirambeira

Mais pirambeira
Estava bem quente e fizemos um rolê bem legal, subindo e descendo constantemente. Tiramos muitas fotos bonitas, já que a paisagem e o céu azul estavam a nosso favor. No final do passeio paramos para tomar um energético milk-shake, descansar e preparar para o retorno.
Da mesma forma, colocamos as bikes no carro do Gaba que deixou o Boo em Itu que ia voltar novamente no pedal para Salto e depois me deixou na entrada da “castelinho” para que eu voltasse também no pedal para Sorocaba, já que ele estava voltando para São Paulo.

Da esquerda para direita: Gaba, Mau, eu, Boo e Roger (foto Roger)
Nesse último trecho senti um pouco de cansaço e mantive um rítimo leve. Não sei exatamente se foi por conta do despreparo, dos pneus “cravão” ou da corrida (treino) puxada que tinha feito na quinta-feira.
De qualquer forma, foi um pedal bem legal, com muito mais estradas de terra, subidas e descidas e um contato maior com a natureza (um visual realmente deslumbrante). E no final os números foram:
- Velocidade máxima: 42,3 Km/h
- Distância percorrida: 52,67 Km
- Velocidade média: 15,8 Km/h
- Tempo total de pedal (útil): 3h19min
Até a próxima!